Pus um ponto final a uma relação que me parecia intoxicada pelo tempo, pelas maselas, pelas discussões, pelos ciúmes e pela desconfiança. Já passaram alguns meses, e no entanto aqui estou eu (parece-me a mim que no mesmo sítio) e de abuso mais exposta que nunca a facadas emocionais. E pior de tudo é que isso acontece único e exclusivamente porque deixo e porque continuo a preocupar-me com ele e com a sua vida.
Vítima? Não. Mas culpada também não sou.
Isto não é o jogo dos polícias e ladrões.

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